A intensa vida de Leopoldina, imperatriz brasileira

Maria_Leopoldina_1815

Imagine uma jovem de 20 anos, criada em uma das cortes mais refinadas da Europa, sobrinha-neta de Maria Antonieta, cunhada de Napoleão, cujo tio patrocinava Beethoven e a madrasta papeava com Goethe, casando-se por procuração com um desconhecido, e então empreendendo, numa embarcação tão lenta quanto um bonde, a travessia do Atlântico até desembarcar num continente que, em distância e hábitos, mais se assemelharia a uma província lunar. Cansou-se? Sim, pois eu me canso em imaginar e tentar descrever nessas poucas linhas uma das passagens da intensa vida da austríaca Leopoldina, primeira imperatriz do Brasil. Em “D. Leopoldina, a história não contada”, do pesquisador Paulo Rezzutti há muito mais. Tratei dele no Clube do Livro de hoje.

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