Visitando Manhattan com Frank O’Hara

O HARA 2

Quando escrevi alguns dos poemas de “A arte de andar por aí sem portar um celular” desejava trazer para os versos um pouco da energia que brota do contato do poeta com as ruas da metrópole; um misto de desejo e risco, uma dança tão intensa quanto caótica. Tinha como modelo o trabalho de alguns poetas, entre eles Frank O’Hara, que acaba de ter sua primeira coletânea editada no Brasil. Falo um pouco dele e do lançamento de “Meu coração está no bolso”, no “Cultura & Estilo”, do Valor Econômico de hoje.

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