O Império do Branco

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Não fosse a obsessão humana e seguiríamos nas cavernas, acuados diante do esplendor do mundo. De um monte branco de argila se fez arte, da combinação de desejo e engenhosidade conta-se a história. A história aqui é a jornada da porcelana da China ao Ocidente. Mas o que Edmund De Waal, um dos mais instigantes autores de não-ficção da atualidade, conta em seu “O caminho da porcelana” é uma jornada de obsessões. A dele, ceramista premiado, em busca das origens do próprio ofício. E, acima de tudo, a busca científica, a combinação de genialidades, de campos do conhecimento que se misturaram para inventar no Ocidente o que os chineses exercitavam há mil anos. Leibniz, Goethe, Espinoza e Newton conversam como se dividissem a mesma mesa. De Waal lhes dá vida e voz enquanto tenta explicar a si e ao leitor o caminho do conhecimento.

Tratei mais de “O caminho da porcelana”no Clube do Livro desta semana.

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