Lydia Davis e a arte de transformar o pequeno em maravilhoso

Davis

No último Clube do Livro, tratei do lançamento no Brasil de Nem vem, coletânea de narrativas breves da norte-americana Lydia Davis. Davis criou uma espécie de gênero híbrido entre o conto curto, o insight e a anotação. Recorta das origens mais diversas – o sonho, uma ficção de Flaubert, a observação cotidiana – pedaços de vida, recombinados por meio da linguagem. Relações familiares, afeto por animais, a psicologia de um personagem, as pequenas manias de cada um de nós. Em tempos acelerados como estes, o amplo mosaico de pequenas grandes histórias de Davis é um alívio e um contentamento.

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